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Propriedades de BH3

Propriedades de BH3 :

Nome do compostoBH3
Fórmula QuímicaBH3
Massa molar13.83482 g/mol
Propriedades físicas
AparênciaGás incolor
Termoquímica
Entalpia de Formação106.69 kJ/mol
Ácido adípico -994.3
Tricarbono 820.06
Entropia Padrão187.88 J/(mol·K)
Iodeto de rutênio (III) -247
Clordecona 764

Composição elementar de BH3
ElementoSímboloMassa atômicaÁtomosPercentagem da massa
BoroB10.811178.1434
HidrogênioH1.00794321.8566
Composição percentual em massaComposição Atômica Percentual
B: 78.14%H: 21.86%
B Boro (78.14%)
H Hidrogênio (21.86%)
B: 25.00%H: 75.00%
B Boro (25.00%)
H Hidrogênio (75.00%)
Composição percentual em massa
B: 78.14%H: 21.86%
B Boro (78.14%)
H Hidrogênio (21.86%)
Composição Atômica Percentual
B: 25.00%H: 75.00%
B Boro (25.00%)
H Hidrogênio (75.00%)
Identificadores
Número CAS13283-31-3
SORRISOSB
Fórmula de HillH3B

Compostos relacionados
FórmulaNome composto
BHMonohidreto de boro
B2H6Borano
B5H9Pentaborano
B2H4Diborano(4)
B2H2Diborano(2)
B4H10Tetraborano
B6H10Hexaborano(10)
B5H11Pentaborano(11)
B6H12Hexaborano(12)
B10H14Decaborano

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Borano (BH₃): Composto Químico

Artigo de Revisão Científica | Série de Referência em Química

Resumo

O borano, com a fórmula química BH₃, representa um composto inorgânico fundamental na química do boro que existe principalmente como um intermediário reativo em vez de uma espécie estável isolável. Esta molécula deficiente em elétrons exibe geometria trigonal planar com simetria D3h e um comprimento de ligação B–H de 119 pm. O borano demonstra acidez de Lewis excepcional, com uma entalpia padrão de formação de 106,69 kJ mol⁻¹ e entropia de 187,88 J mol⁻¹ K⁻¹. O composto dimeriza espontaneamente para diborano (B₂H₆) em condições padrão com uma entalpia de dimerização estimada de -170 kJ mol⁻¹. O borano forma aductos estáveis com bases de Lewis e serve como um reagente crucial em reações de hidroboração e metodologias de síntese orgânica. Sua natureza transitória necessita de estabilização por complexação ou técnicas experimentais especializadas para observação direta.

Introdução

O borano, sistematicamente nomeado trihidroborano, constitui um composto inorgânico de importância fundamental na química moderna, apesar de sua existência transitória. Classificado como o membro mais simples dos boranos, este composto exibe propriedades eletrônicas únicas que o tornam um poderoso ácido de Lewis e reagente sintético. A fórmula molecular BH₃ esconde seu comportamento complexo, pois o composto demonstra uma forte tendência para dimerização e formação de aductos. A importância do borano se estende além do interesse teórico para aplicações práticas em síntese orgânica, particularmente em reações de hidroboração que permitem transformações estereosseletivas.

O composto foi primeiramente caracterizado através de estudos espectroscópicos e evidências químicas indiretas devido à sua instabilidade inerente. Investigações iniciais revelaram que o borano poderia ser observado diretamente apenas sob condições cuidadosamente controladas, tipicamente em sistemas de fluxo ou através de técnicas de ablação por laser. O desenvolvimento de complexos de borano estabilizados, como borano-dimetilsulfeto e borano-tetraidrofurano, facilitou aplicações práticas enquanto fornecia insights sobre sua química fundamental. O borano serve como bloco de construção fundamental para boranos superiores e clusters contendo boro, tornando seu entendimento essencial para a química dos hidretos de boro.

Estrutura Molecular e Ligação

Geometria Molecular e Estrutura Eletrônica

O borano adota uma geometria molecular trigonal planar com simetria D3h perfeita, conforme determinado por métodos espectroscópicos e teóricos. O átomo de boro possui uma configuração eletrônica de [He]2s²2p¹ e sofre hibridização sp², resultando em três ligações σ B–H equivalentes arranjadas em ângulos de 120°. O comprimento de ligação B–H determinado experimentalmente mede 119 pm, consistente com previsões teóricas. O diagrama de orbitais moleculares revela um orbital p vazio perpendicular ao plano molecular, explicando a forte acidez de Lewis do composto.

A estrutura eletrônica do BH₃ apresenta um sexteto de elétrons de valência ao redor do centro de boro, tornando-o deficiente em elétrons de acordo com a regra do octeto. Esta deficiência eletrônica impulsiona a tendência do composto para formar estruturas dímeras ou coordenar com doadores de elétrons. A teoria dos orbitais moleculares descreve a ligação através de três orbitais moleculares de ligação (um orbital a₁' e dois orbitais e') e três orbitais antiligação. O orbital molecular ocupado mais alto (HOMO) possui simetria e', enquanto o orbital molecular não ocupado mais baixo (LUMO) exibe simetria a₁" com caráter significativo do orbital p do boro.

Ligação Química e Forças Intermoleculares

A ligação covalente no borano envolve três ligações B–H equivalentes com energias de dissociação de ligação medindo aproximadamente 365 kJ mol⁻¹. A ligação exibe caráter iônico parcial devido à diferença de eletronegatividade entre o boro (2,04) e o hidrogênio (2,20), resultando em um pequeno momento de dipolo estimado em 0 D devido à simetria molecular. A molécula não demonstra momento de dipolo permanente, mas possui momentos de quadrupolo significativos que influenciam as interações intermoleculares.

As forças intermoleculares no borano envolvem primariamente interações fracas de van der Waals, com um coeficiente de dispersão de London de aproximadamente 15 × 10⁻⁷⁹ J m⁶. A tendência do composto para dimerizar através de ligação de três centros e dois elétrons representa uma interação intermolecular única específica para compostos deficientes em elétrons. Este processo de dimerização envolve a formação de ligações ponte B–H–B com energias de ligação de aproximadamente 285 kJ mol⁻¹ para a estrutura dímera. A polarizabilidade molecular mede 3,03 × 10⁻³⁰ m³, influenciando seu comportamento em diferentes ambientes químicos.

Propriedades Físicas

Comportamento de Fase e Propriedades Termodinâmicas

O borano existe como um gás incolor em condições padrão, embora não possa ser isolado na forma pura devido à dimerização espontânea. O composto puro hipotético exibiria um ponto de fusão de aproximadamente -137 °C e ponto de ebulição de -100 °C com base em previsões computacionais. A entalpia padrão de formação mede 106,69 kJ mol⁻¹, enquanto a entropia padrão é 187,88 J mol⁻¹ K⁻¹. A capacidade térmica a pressão constante (Cₚ) é estimada em 30,1 J mol⁻¹ K⁻¹ a 298 K.

O composto demonstra extrema volatilidade e baixa densidade, com uma densidade teórica do gás de 1,25 g L⁻¹ no CNTP. A temperatura crítica é estimada em -80 °C com uma pressão crítica de 45 bar. O borano exibe alta permeabilidade através de vários materiais devido ao seu pequeno tamanho molecular e baixa massa molar de 13,83 g mol⁻¹. A pressão de vapor do composto segue a equação log(P/Pa) = 9,35 - 850/(T/K) na faixa de temperatura onde pode ser observado transitoriamente.

Características Espectroscópicas

A espectroscopia de infravermelho do borano revela três modos vibracionais: estiramento simétrico (ν₁) a 2620 cm⁻¹, estiramento assimétrico degenerado (ν₃) a 2780 cm⁻¹ e deformação fora do plano (ν₂) a 1180 cm⁻¹. O espectro Raman mostra fortes características de polarização com vibrações fundamentais a 2610 cm⁻¹ (a₁'), 2785 cm⁻¹ (e') e 1175 cm⁻¹ (a₂"). A espectroscopia de ressonância magnética nuclear de boro-11 exibe um sinal característico em δ 30 ppm em relação ao BF₃·OEt₂ em solventes coordenantes, deslocando-se dramaticamente dependendo da basicidade de Lewis do ambiente.

A espectroscopia fotoeletrônica indica potenciais de ionização de 13,5 eV para a primeira ionização correspondente à remoção de elétrons do orbital e'. A espectroscopia ultravioleta-visível não mostra absorção significativa na região visível, com a primeira transição eletrônica ocorrendo a 165 nm correspondente à promoção do orbital a₁' para o orbital a₁". A análise espectrométrica de massa revela um pico do íon parental em m/z 14 com padrões de fragmentação característicos mostrando perda de átomos de hidrogênio.

Propriedades Químicas e Reatividade

Mecanismos de Reação e Cinética

O borano exibe reatividade química excepcionalmente alta devido à sua natureza deficiente em elétrons. O composto sofre dimerização espontânea para diborano com uma constante de velocidade de segunda ordem de 10⁷ M⁻¹s⁻¹ à temperatura ambiente. Esta dimerização prossegue através de um mecanismo concertado envolvendo clivagem simultânea da ligação B–H e formação de átomos de hidrogênio ponte. A energia de ativação para dimerização mede aproximadamente 15 kJ mol⁻¹, explicando a instabilidade do composto em condições normais.

A formação de aductos de Lewis representa a reação mais característica do borano, com constantes de velocidade se aproximando do limite de difusão para bases fortes. A reação segue um mecanismo bimolecular simples com requisitos estéricos mínimos. A hidroboração de alcenos prossegue através de um estado de transição de quatro centros concertado com energias de ativação variando de 40-60 kJ mol⁻¹ dependendo dos substituintes. A reação demonstra alta regiosseletividade, com a adição anti-Markovnikov predominando devido a fatores eletrônicos e estéricos.

Propriedades Ácido-Base e Redox

O borano funciona como um dos ácidos de Lewis mais fortes conhecidos, com um parâmetro de acidez de Lewis (Eₐ) medindo 15,5 na escala de Beckett. O composto forma aductos estáveis com virtualmente todas as bases de Lewis, com constantes de associação variando de 10² para bases fracas a 10¹⁵ para doadores fortes de nitrogênio e fósforo. A estabilidade relativa dos aductos de borano segue a ordem: PF₃ < CO < Et₂O < C₄H₈O < THF < Me₂S < Et₂S < Me₃N < H⁻.

As propriedades redox incluem um potencial de redução padrão de -0,48 V para o par BH₃/BH₄⁻ em solução aquosa. O composto sofre hidrólise rápida com água de acordo com a reação BH₃ + 3H₂O → B(OH)₃ + 3H₂, com uma constante de velocidade de 10³ M⁻¹s⁻¹ a 25 °C. As reações de oxidação prosseguem prontamente com oxigênio, produzindo óxidos de boro e água. O borano demonstra estabilidade em solventes não polares anidros, mas se decompõe rapidamente em solventes próticos ou coordenantes.

Métodos de Síntese e Preparação

Rotas de Síntese Laboratorial

A preparação laboratorial de borano tipicamente envolve a reação de halogenetos de boro com hidretos metálicos de acordo com a equação geral: BX₃ + 3MH → BH₃ + 3MX, onde M representa lítio, sódio ou potássio. O método mais prático emprega a redução de trifluoreto de boro com hidreto de alumínio e lítio em solventes éter a -30 °C, produzindo complexos de borano que podem ser cuidadosamente liberados. Uma rota alternativa envolve a disproporcionação de diborano em baixas pressões e temperaturas elevadas (100-200 °C), estabelecendo um equilíbrio que favorece o monômero de borano.

Técnicas modernas utilizam ablação por laser de alvos sólidos de boro na presença de gás hidrogênio, gerando moléculas de borano transitórias que podem ser caracterizadas espectroscopicamente. Sistemas de fluxo com métodos de resfriamento rápido permitem a observação de borano mantendo baixas concentrações que suprimem a dimerização. Estes métodos tipicamente operam em temperaturas abaixo de -150 °C e pressões abaixo de 1 torr para minimizar vias de decomposição. Rendimentos em sistemas de fluxo contínuo se aproximam de 95% com base no consumo de boro, embora o isolamento permaneça impraticável.

Métodos de Produção Industrial

A produção industrial foca em complexos de borano estabilizados em vez do composto puro devido às dificuldades de manipulação. O complexo borano-dimetilsulfeto representa o derivado comercialmente mais significativo, produzido pela reação de dimetil sulfeto com diborano em pressões e temperaturas elevadas. O processo opera a 50-100 °C e pressão de 10-50 bar, produzindo o complexo com 90% de pureza após destilação. A produção global anual de complexos de borano excede 10.000 toneladas métricas, com principais instalações de fabricação nos Estados Unidos, Alemanha e Japão.

A produção do complexo borano-tetraidrofurano envolve a reação direta de diborano com THF na presença de estabilizadores para prevenir oxidação. A otimização do processo reduziu os custos de produção para aproximadamente US$ 50 por quilograma para material de grau técnico. Considerações ambientais incluem reciclagem eficiente de solventes e gerenciamento de subprodutos, particularmente o manuseio do gás hidrogênio gerado durante a produção. Fatores econômicos favorecem o complexo com dimetilsulfeto devido à sua estabilidade superior e características de manuseio, embora o complexo com THF encontre aplicações em operações sintéticas específicas.

Métodos Analíticos e Caracterização

Identificação e Quantificação

A identificação direta de borano emprega espectroscopia de isolamento em matriz acoplada com detecção por infravermelho com transformada de Fourier, com vibrações características de estiramento B–H fornecendo identificação definitiva. A difração de elétrons em fase gasosa confirma a geometria molecular e parâmetros de ligação com precisão superior a 0,5 pm. A análise quantitativa tipicamente envolve conversão para derivados estáveis seguida por determinação cromatográfica ou espectroscópica.

A espectroscopia de ressonância magnética nuclear utilizando detecção de boro-11 fornece o método mais sensível para quantificação de borano em misturas complexas, com limites de detecção de 0,1 mmol L⁻¹. Métodos espectrométricos de massa empregam ionização química com gás reagente metano para minimizar a fragmentação, atingindo limites de detecção de 10 ppb em amostras em fase gasosa. Técnicas cromatográficas requerem derivatização com bases de Lewis estáveis antes da análise, com cromatografia gasosa oferecendo eficiências de separação superiores a 10.000 pratos teóricos.

Avaliação de Pureza e Controle de Qualidade

A avaliação de pureza de complexos de borano utiliza uma combinação de métodos de titulação e técnicas espectroscópicas. A titulação de Karl Fischer determina o conteúdo de água com precisão de ±0,02%, enquanto a titulação potenciométrica com ácidos padrão quantifica estabilizadores de amina em preparações comerciais. Métodos espectrofotométricos medem a absorbância em comprimentos de onda característicos para determinar a concentração, com absortividades molares de 500 L mol⁻¹ cm⁻¹ a 190 nm.

Especificações de controle de qualidade para complexos de borano comerciais tipicamente requerem conteúdo mínimo de hidreto ativo de 95%, conteúdo máximo de estabilizador de 5% e conteúdo de água abaixo de 0,1%. Testes de estabilidade em armazenamento demonstram que complexos adequadamente estabilizados mantêm a atividade por mais de dois anos quando armazenados sob nitrogênio a -20 °C. A caracterização de impurezas identifica diborano, óxidos de boro e produtos de decomposição como contaminantes comuns, com limites aceitáveis estabelecidos com base nas aplicações pretendidas.

Aplicações e Usos

Aplicações Industriais e Comerciais

Complexos de borano servem como reagentes essenciais em síntese orgânica, particularmente para reações de hidroboração que produzem intermediários organoboranos. A sequência hidroboração-oxidação converte alcenos em álcoois com regiosseletividade anti-Markovnikov e estereoespecificidade sin. Aplicações industriais incluem a produção de químicos especiais, farmacêuticos e agroquímicos onde a funcionalização seletiva é requerida. O consumo anual em aplicações sintéticas excede 5.000 toneladas métricas mundialmente.

Reações de redução representam outra aplicação significativa, com complexos de borano servindo como agentes redutores seletivos para ácidos carboxílicos, amidas e epóxidos. A indústria eletrônica utiliza derivados de borano como agentes de dopagem para materiais semicondutores e como precursores para deposição química em fase vapor de filmes finos contendo boro. Aplicações poliméricas incluem agentes de reticulação para resinas epóxi e iniciadores para processos de polimerização aniônica. A demanda de mercado tem crescido steady a 5-7% anualmente na última década, impulsionada por aplicações em expansão na química sintética.

Aplicações em Pesquisa e Usos Emergentes

Aplicações de pesquisa focam no papel do borano como sistema modelo para estudar ligação deficiente em elétrons e mecanismos de reação. Químicos computacionais utilizam o borano como composto de referência para testar métodos teóricos e conjuntos de base em cálculos químico-quânticos. A pesquisa em ciência dos materiais explora derivados de borano como materiais potenciais para armazenamento de hidrogênio devido ao seu alto conteúdo de hidrogênio e propriedades de desidrogenação reversível.

Aplicações emergentes incluem o desenvolvimento de agentes para terapia de captura de nêutrons por boro e radiofármacos utilizando clusters de borano. A pesquisa em catálise investiga complexos de borano como precursores para catalisadores heterogêneos e sistemas de ligantes em catálise homogênea. Aplicações em nanotecnologia exploram o uso de derivados de borano como blocos de construção para nanomateriais contendo boro e nanoestruturas. A atividade de patentes aumentou significativamente nestas áreas, com mais de 200 novas patentes arquivadas anualmente relacionadas à química do borano e aplicações.

Desenvolvimento Histórico e Descoberta

A história da química do borano começa com o trabalho pioneiro de Alfred Stock sobre hidretos de boro no início do século XX. Embora o diborano tenha sido caracterizado em 1912, a forma monomérica permaneceu elusiva até que evidências espectroscópicas emergiram na década de 1950. O desenvolvimento de técnicas de isolamento em matriz por George C. Pimentel na década de 1960 permitiu a primeira observação e caracterização direta do borano. O trabalho teórico de William Lipscomb e outros elucidou a ligação incomum no borano e seus derivados, levando ao Prêmio Nobel de Química de Lipscomb em 1976.

A década de 1970 testemunhou a comercialização de complexos de borano, particularmente borano-dimetilsulfeto, que permitiu aplicações práticas em síntese orgânica. O desenvolvimento de reações de hidroboração por Herbert C. Brown rendeu-lhe o Prêmio Nobel em 1979 e estabeleceu a química do borano como uma ferramenta fundamental na química orgânica sintética. Avanços recentes incluem a caracterização do borano(5) (BH₅) como um complexo de dihidrogênio em baixas temperaturas, expandindo o entendimento das interações boro-hidrogênio. O desenvolvimento histórico ilustra como o interesse teórico na química fundamental levou a aplicações práticas de importância econômica e científica significativa.

Conclusão

O borano representa um composto de importância fundamental na química inorgânica e orgânica, apesar de sua natureza transitória. Sua estrutura deficiente em elétrons e forte acidez de Lewis o tornam um modelo valioso para entender a ligação química e um reagente versátil em aplicações sintéticas. A tendência do composto para dimerizar ou formar aductos necessita de técnicas de manuseio especializadas, mas também fornece oportunidades para desenvolver derivados estabilizados com utilidade prática. A pesquisa contínua continua a explorar novas aplicações em ciência dos materiais, catálise e nanotecnologia, garantindo que a química do borano permaneça um campo vibrante de investigação. Desafios futuros incluem desenvolver métodos de síntese mais eficientes, melhorar técnicas de estabilização e expandir o leque de transformações químicas mediadas por borano e seus derivados.

Banco de Dados de Propriedades de Compostos Químicos

Este banco de dados contém propriedades físicas e nomes alternativos para milhares de compostos químicos. Na fórmula química, você pode usar:
  • Qualquer elemento químico. Coloque a primeira letra do símbolo químico em maiúscula e use minúsculas para as letras restantes: Ca, Fe, Mg, Mn, S, O, H, C, N, Na, K, Cl, Al.
  • Grupos funcionais:D, T, Ph, Me, Et, Bu, AcAc, For, Tos, Bz, TMS, tBu, Bzl, Bn, Dmg
  • parênteses () ou colchetes [].
  • Nomes comuns de compostos.
Exemplos: H2O, CO2, CH4, NH3, NaCl, CaCO3, H2SO4, C6H12O6, água, dióxido de carbono, metano, amônia, cloreto de sódio, carbonato de cálcio, ácido sulfúrico, glicose.

O banco de dados inclui pontos de fusão, pontos de ebulição, densidades e nomes alternativos coletados de várias fontes químicas.

O que são propriedades compostas?

As propriedades dos compostos químicos incluem características físicas como ponto de fusão, ponto de ebulição e densidade, que são importantes para identificação e aplicações químicas. Nomes alternativos ajudam a identificar o mesmo composto quando referenciado por diferentes convenções de nomenclatura.

Como usar esta ferramenta?

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