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Propriedades de mgcl2

Propriedades de MgCl2 (Cloreto de magnésio):

Nome do compostoCloreto de magnésio
Fórmula QuímicaMgCl2
Massa molar95.211 g/mol

Estrutura química
MgCl2 (Cloreto de magnésio) - Estrutura química
Estrutura de Lewis
Estrutura molecular 3D
Propriedades físicas
Aparênciasólido cristalino branco ou incolor
Solubilidade529.0 g/100mL
Densidade2.3200 g/cm³
Hélio 0.0001786
Irídio 22.562
Fusão714.00 °C
Hélio -270.973
Carboneto de háfnio 3958
Ebulição1,412.00 °C
Hélio -268.928
Carboneto de tungstênio 6000
Termoquímica
Capacidade de calor71.09 J/(mol·K)
Nitreto de boro 19.7
Hentriacontano 912
Entalpia de Formação-641.10 kJ/mol
Ácido adípico -994.3
Tricarbono 820.06
Entropia Padrão89.88 J/(mol·K)
Iodeto de rutênio (III) -247
Clordecona 764

Composição elementar de MgCl2
ElementoSímboloMassa atômicaÁtomosPercentagem da massa
MagnésioMg24.3050125.5275
CloroCl35.453274.4725
Composição percentual em massaComposição Atômica Percentual
Mg: 25.53%Cl: 74.47%
Mg Magnésio (25.53%)
Cl Cloro (74.47%)
Mg: 33.33%Cl: 66.67%
Mg Magnésio (33.33%)
Cl Cloro (66.67%)
Composição percentual em massa
Mg: 25.53%Cl: 74.47%
Mg Magnésio (25.53%)
Cl Cloro (74.47%)
Composição Atômica Percentual
Mg: 33.33%Cl: 66.67%
Mg Magnésio (33.33%)
Cl Cloro (66.67%)
Identificadores
Número CAS7786-30-3
SORRISOSCl[Mg]Cl
SORRISOS[Mg+2].[Cl-].[Cl-]
Fórmula de HillCl2Mg

Exemplos de reações para MgCl2
EquaçãoTipo de reação
AgNO3 + MgCl2 = AgCl + Mg(NO3)2dupla troca
K3PO4 + MgCl2 = Mg3(PO4)2 + KCldupla troca
MgCl2 + NaOH = Mg(OH)2 + NaCldupla troca
MgCl2 + NH4NO3 = Mg(NO3)2 + NH4Cldupla troca
MgCl2 = Mg + Cl2decomposição

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Cloreto de Magnésio (MgCl₂): Composto Químico

Artigo de Revisão Científica | Série de Referência em Química

Resumo

O cloreto de magnésio (MgCl₂) representa um sal inorgânico haleto existente em formas anidras e múltiplas hidratadas. O composto exibe uma massa molar de 95,211 g/mol no estado anidro e 203,31 g/mol como hexaidrato. O cloreto de magnésio demonstra alta solubilidade em água, com MgCl₂ anidro dissolvendo-se a 54,3 g por 100 mL de água a 20°C. A forma anidra funde a 714°C e entra em ebulição a 1412°C. Industrialmente significativo, o cloreto de magnésio serve como precursor primário para produção de metal de magnésio por eletrólise. O composto cristaliza no tipo de estrutura do cloreto de cádmio com coordenação octaédrica em torno dos centros de magnésio. As aplicações abrangem diversos campos incluindo controle de poeira, catálise, operações de degelo e processamento de alimentos. O cloreto de magnésio ocorre naturalmente na água do mar, salmouras e depósitos minerais como a bischofita.

Introdução

O cloreto de magnésio destaca-se como um dos compostos de magnésio comercialmente mais significativos com extensas aplicações industriais e químicas. Classificado como um sal inorgânico, o cloreto de magnésio forma-se através da combinação de cátions magnésio (Mg²⁺) e ânions cloreto (Cl⁻). O composto ocorre naturalmente na água do mar em concentrações de aproximadamente 1250-1350 mg/L, representando cerca de 3,7% do conteúdo mineral total da água do mar. O Mar Morto contém concentrações substancialmente mais altas de cloreto de magnésio, atingindo 50,8% do conteúdo mineral total. O cloreto de magnésio existe em múltiplos estados de hidratação, sendo o hexaidrato (MgCl₂·6H₂O) a forma naturalmente mais comum. A produção industrial concentra-se principalmente na forma anidra para aplicações metalúrgicas, enquanto as formas hidratadas encontram uso em vários processos químicos e industriais.

Estrutura Molecular e Ligação

Geometria Molecular e Estrutura Eletrônica

O cloreto de magnésio anidro adota a estrutura cristalina do cloreto de cádmio (CdCl₂), pertencendo ao sistema cristalino trigonal com grupo espacial R3m. Neste arranjo, os íons magnésio ocupam sítios octaédricos coordenados por seis íons cloreto, com cada íon cloreto coordenando-se a três centros de magnésio. A distância da ligação Mg-Cl mede 2,56 Å, com ângulos de ligação Cl-Mg-Cl de 90° e 180° dentro do ambiente de coordenação octaédrica. A configuração eletrônica do magnésio ([Ne]3s²) facilita a formação de íons Mg²⁺ através da perda completa de elétrons de valência, resultando numa configuração de camada fechada. Os íons cloreto, com configuração eletrônica [Ne]3s²3p⁶, alcançam octetos completos através de ligação iônica. A estrutura cristalina exibe arranjo do tipo camada com fracas forças de van der Waals entre as camadas de cloreto.

Ligação Química e Forças Intermoleculares

O cloreto de magnésio demonstra caráter de ligação predominantemente iônica com contribuição covalente parcial. A diferença de eletronegatividade de Pauling de 1,85 entre magnésio (1,31) e cloro (3,16) indica aproximadamente 70% de caráter iônico de acordo com a equação de Hannay-Smyth. O composto exibe alta energia de rede de aproximadamente 2526 kJ/mol, refletindo fortes interações eletrostáticas entre íons. Nas formas hidratadas, as moléculas de água coordenam-se aos centros de magnésio através de interações doador-aceitador, com distâncias de ligação Mg-O de 2,05-2,10 Å no hexaidrato. Os hidratos cristalinos apresentam extensas redes de ligação de hidrogênio entre moléculas de água e íons cloreto. O momento dipolar molecular de moléculas isoladas de MgCl₂ mede 6,08 D, embora a forma cristalina não exiba dipolo líquido devido à estrutura cristalina simétrica.

Propriedades Físicas

Comportamento de Fase e Propriedades Termodinâmicas

O cloreto de magnésio anidro aparece como sólido cristalino branco ou incolor com densidade de 2,32 g/cm³ a 25°C. O composto funde a 714°C com calor de fusão de 43,0 kJ/mol. A ebulição ocorre a 1412°C com calor de vaporização de 128,7 kJ/mol. A capacidade térmica específica mede 71,09 J/(mol·K) a 25°C. A entalpia padrão de formação (ΔH°f) é -641,1 kJ/mol com energia livre de Gibbs padrão de formação (ΔG°f) de -591,6 kJ/mol. A entropia padrão (S°) mede 89,88 J/(mol·K). A forma hexaidratada (MgCl₂·6H₂O) exibe densidade de 1,569 g/cm³ e sofre desidratação ao aquecer, com perda completa de água ocorrendo a 300°C. O índice de refração mede 1,675 para a forma anidra e 1,569 para o hexaidrato. A susceptibilidade magnética mede -47,4×10⁻⁶ cm³/mol.

Características Espectroscópicas

A espectroscopia de infravermelho do MgCl₂ anidro mostra vibrações características de estiramento Mg-Cl a 363 cm⁻¹ e 270 cm⁻¹. O hexaidrato exibe vibrações de estiramento O-H a 3400 cm⁻¹ e 3250 cm⁻¹, com flexão H-O-H a 1630 cm⁻¹. As vibrações Mg-O aparecem a 450 cm⁻¹ e 380 cm⁻¹. A espectroscopia Raman revela bandas polarizadas fortes a 245 cm⁻¹ e 190 cm⁻¹ correspondendo aos modos simétricos de estiramento e flexão. A espectroscopia de ressonância magnética nuclear mostra ressonância de ²⁵Mg em δ = 0 ppm em relação à referência Mg(H₂O)₆²⁺, com largura de linha de 5-10 Hz em solução aquosa. A RMN de ³⁵Cl exibe alargamento quadrupolar com deslocamento químico de 0 ppm em relação à referência NaCl. A espectroscopia eletrônica não mostra absorção na região visível, com borda de absorção UV abaixo de 200 nm.

Propriedades Químicas e Reatividade

Mecanismos de Reação e Cinética

O cloreto de magnésio demonstra comportamento higroscópico, absorvendo prontamente a umidade atmosférica para formar hidratos. O processo de hidratação segue cinética de primeira ordem com energia de ativação de 45 kJ/mol. As soluções aquosas sofrem ligeira hidrólise, com pH aproximadamente 6,5 para solução 0,1 M devido à formação de espécies MgOH⁺. A constante de hidrólise Kh mede 3,0×10⁻¹² a 25°C. A decomposição ocorre acima de 300°C através de hidrólise para oxicloreto de magnésio e cloreto de hidrogênio. A reação com bases fortes precipita hidróxido de magnésio com produto de solubilidade Ksp = 5,61×10⁻¹². Reações de deslocamento com fluoretos, brometos ou iodetos formam halogenetos de magnésio correspondentes. A redução com sódio ou potássio metálicos produz metal de magnésio com constante de equilíbrio K = 10¹⁵ a 25°C. O composto serve como ácido de Lewis brando, formando aductos com bases de Lewis como amônia, aminas e éteres.

Propriedades Ácido-Base e Redox

As soluções de cloreto de magnésio exibem pH quase neutro devido à acidez extremamente fraca dos íons aqua Mg²⁺ (pKa = 11,4). Os íons cloreto demonstram basicidade negligenciável em solução aquosa. O composto não mostra atividade redox significativa em condições padrão, com potencial padrão de redução E°(Mg²⁺/Mg) = -2,37 V versus eletrodo padrão de hidrogênio. A redução eletroquímica requer condições não aquosas ou eletrólitos de sal fundido devido às limitações de estabilidade da água. A oxidação de íons cloreto ocorre a E°(Cl₂/Cl⁻) = +1,36 V, tornando a oxidação anódica viável em processos eletrolíticos. O composto permanece estável em atmosfera de oxigênio até 600°C, sem oxidação de íons cloreto. A termólise acima de 1200°C produz metal de magnésio e gás cloro com constante de equilíbrio Kp = 1,2×10⁻⁵ atm a 1200°C.

Métodos de Síntese e Preparação

Rotas de Síntese Laboratorial

A preparação laboratorial tipicamente envolve a reação de metal de magnésio, carbonato de magnésio ou hidróxido de magnésio com ácido clorídrico. A reação Mg + 2HCl → MgCl₂ + H₂ prossegue quantitativamente com evolução de gás hidrogênio. O carbonato de magnésio reage de acordo com MgCO₃ + 2HCl → MgCl₂ + CO₂ + H₂O, com conversão completa à temperatura ambiente. O hidróxido de magnésio sofre neutralização: Mg(OH)₂ + 2HCl → MgCl₂ + 2H₂O. Hidratos cristalinos formam-se através de evaporação cuidadosa de soluções aquosas abaixo de 50°C. A preparação de MgCl₂ anidro requer desidratação de hidratos sob atmosfera de cloreto de hidrogênio para prevenir hidrólise. Síntese alternativa envolve reação de magnésio com gás cloro a temperaturas elevadas: Mg + Cl₂ → MgCl₂, com entalpia de reação ΔH = -641,3 kJ/mol. O composto também pode ser preparado através de reações de dupla troca como MgSO₄ + 2NaCl → MgCl₂ + Na₂SO₄, explorando solubilidade diferencial.

Métodos de Produção Industrial

A produção industrial utiliza principalmente fontes de salmoura da água do mar, lagos salgados ou depósitos subterrâneos. A salmoura do Grande Lago Salgado contém aproximadamente 7,0% de cloreto de magnésio em massa. O processamento envolve evaporação, purificação e etapas de cristalização. O processo Dow emprega a reação de hidróxido de magnésio derivado da água do mar com ácido clorídrico: Mg(OH)₂ + 2HCl → MgCl₂ + 2H₂O. Processos eletrolíticos frequentemente usam MgCl₂ fundido diretamente de processos de desidratação. A decomposição da carnallita (KMgCl₃·6H₂O) fornece rota industrial alternativa. A mineração por dissolução de depósitos de bischofita (MgCl₂·6H₂O) na Europa representa método de produção significativo. A produção global anual excede 10 milhões de toneladas métricas, com principais produtores nos Estados Unidos, China e Israel. Os custos de produção variam de $200-400 por tonelada dependendo da pureza e forma hidratada. Considerações ambientais incluem consumo de energia para evaporação e potenciais emissões de cloreto.

Métodos Analíticos e Caracterização

Identificação e Quantificação

A identificação qualitativa emprega precipitação com nitrato de prata, formando precipitado branco de cloreto de prata insolúvel em ácido nítrico mas solúvel em amônia. A análise quantitativa tipicamente usa titulação complexométrica com EDTA a pH 10 usando indicador Negro de Eriocromo T, com limite de detecção de 0,1 mg/L. Métodos gravimétricos envolvem precipitação como fosfato de amônio e magnésio hexaidratado seguido por ignição a pirofosfato de magnésio. A espectroscopia de absorção atômica fornece determinação sensível com limite de detecção de 0,01 mg/L no comprimento de onda de 285,2 nm. A cromatografia iônica permite determinação simultânea de cloreto e outros ânions com limite de detecção de 0,1 mg/L. A difração de raios X identifica formas cristalinas através de padrões característicos: MgCl₂ anidro mostra reflexões mais fortes em d = 2,56 Å, 2,33 Å e 1,79 Å.

Avaliação de Pureza e Controle de Qualidade

O cloreto de magnésio de grau industrial tipicamente apresenta pureza de 95-98%, com impurezas principais incluindo cloreto de sódio, cloreto de potássio, cloreto de cálcio e íons sulfato. Especificações técnicas limitam o conteúdo de sulfato a máximo de 0,1% e metais alcalinos a 1,0% total. O material de grau alimentício deve atender especificações FCC com limites de metais pesados abaixo de 10 ppm e arsênio abaixo de 3 ppm. Métodos de análise térmica incluindo ATG e DSC caracterizam a composição do hidrato e comportamento de desidratação. A titulação de Karl Fischer determina o conteúdo de água em formas hidratadas com precisão de ±0,1%. A espectrometria de emissão óptica com plasma indutivamente acoplado fornece análise multi-elementar com limites de detecção abaixo de 1 ppm para a maioria das impurezas metálicas. Protocolos de controle de qualidade incluem medição de pH da solução, densidade e índice de refração para avaliação rápida.

Aplicações e Usos

Aplicações Industriais e Comerciais

A aplicação industrial primária envolve a produção eletrolítica de metal de magnésio, consumindo aproximadamente 40% da produção total. Aplicações de controle de poeira utilizam as propriedades higroscópicas do cloreto de magnésio para estabilização de estradas e supressão de partículas, com consumo anual de 2 milhões de toneladas na América do Norte. Operações de degelo empregam cloreto de magnésio como alternativa ao cloreto de sódio, com taxas de aplicação de 20-40 g/m². O composto serve como suporte catalítico na produção de poliolefinas Ziegler-Natta, aumentando a atividade e estereoespecificidade. A indústria da construção usa cloreto de magnésio em formulações de cimento e materiais à prova de fogo. A indústria têxtil emprega o composto como mordente e retardador de chama. A fabricação de papel utiliza cloreto de magnésio em operações de branqueamento e processamento. O composto encontra uso no tratamento de águas residuais para remoção de fósforo através de precipitação de estruvita.

Aplicações de Pesquisa e Usos Emergentes

Pesquisas recentes exploram cloreto de magnésio em aplicações de armazenamento de energia, particularmente como aditivo eletrolítico em baterias de íon magnésio. O composto mostra promessa como material de mudança de fase para armazenamento de energia térmica devido ao alto calor de solução. Investigações em ciência dos materiais focam no cloreto de magnésio como precursor para nanomateriais de óxido de magnésio através de decomposição controlada. Pesquisas em catálise continuam a desenvolver sistemas Ziegler-Natta melhorados com atividade e seletividade aprimoradas. Aplicações ambientais incluem captura de mercúrio de gases de combustão e imobilização de metais pesados em solos contaminados. Tecnologias emergentes investigam cloreto de magnésio como dessecante em sistemas de resfriamento por adsorção e como fluido de trabalho em geração de energia osmótica. O composto serve como sistema modelo para estudos teóricos de soluções iônicas e fenômenos de nucleação.

Desenvolvimento Histórico e Descoberta

Compostos de magnésio são conhecidos desde os tempos antigos, embora o cloreto de magnésio purificado tenha sido isolado pela primeira vez no início do século XIX. Sir Humphry Davy reconheceu o magnésio como elemento em 1808, mas não conseguiu isolá-lo na forma pura. Antoine Bussy preparou pela primeira vez metal de magnésio relativamente puro em 1831 reduzindo cloreto de magnésio com potássio. A significância industrial do cloreto de magnésio tornou-se aparente com o desenvolvimento de processos eletrolíticos no final do século XIX. A Dow Chemical Company pioneirou a produção em larga escala de cloreto de magnésio derivado da água do mar em 1916. A investigação sistemática de hidratos de cloreto de magnésio começou no início do século XX, com caracterização estrutural detalhada concluída através de estudos de difração de raios X na década de 1950. As aplicações industriais expandiram-se ao longo do século XX com o desenvolvimento de tecnologias de controle de poeira e degelo. Décadas recentes têm visto métodos de produção melhorados e aplicações emergentes em ciência dos materiais e tecnologia energética.

Conclusão

O cloreto de magnésio representa um composto inorgânico fundamentalmente importante com aplicações diversas nos campos químico, industrial e tecnológico. A combinação única de propriedades físicas do composto, incluindo alta solubilidade, caráter higroscópico e condutividade iônica, sustenta sua utilidade em vários processos. Características estruturais, particularmente a coordenação octaédrica em formas anidras e hidratadas, determinam a reatividade e o comportamento de fase. A significância industrial continua a crescer com aplicações em expansão no gerenciamento ambiental, armazenamento de energia e síntese de materiais. Pesquisas em andamento focam no desenvolvimento de métodos de produção mais eficientes, exploração de novas aplicações em tecnologias avançadas e melhoria do entendimento das propriedades fundamentais em estados de solução e sólido. O cloreto de magnésio permanece um composto essencial na indústria química moderna e continua a oferecer oportunidades para avanço científico e tecnológico.

Banco de Dados de Propriedades de Compostos Químicos

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  • Qualquer elemento químico. Coloque a primeira letra do símbolo químico em maiúscula e use minúsculas para as letras restantes: Ca, Fe, Mg, Mn, S, O, H, C, N, Na, K, Cl, Al.
  • Grupos funcionais:D, T, Ph, Me, Et, Bu, AcAc, For, Tos, Bz, TMS, tBu, Bzl, Bn, Dmg
  • parênteses () ou colchetes [].
  • Nomes comuns de compostos.
Exemplos: H2O, CO2, CH4, NH3, NaCl, CaCO3, H2SO4, C6H12O6, água, dióxido de carbono, metano, amônia, cloreto de sódio, carbonato de cálcio, ácido sulfúrico, glicose.

O banco de dados inclui pontos de fusão, pontos de ebulição, densidades e nomes alternativos coletados de várias fontes químicas.

O que são propriedades compostas?

As propriedades dos compostos químicos incluem características físicas como ponto de fusão, ponto de ebulição e densidade, que são importantes para identificação e aplicações químicas. Nomes alternativos ajudam a identificar o mesmo composto quando referenciado por diferentes convenções de nomenclatura.

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