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Propriedades de Alp

Propriedades de AlP (Fosfeto de alumínio):

Nome do compostoFosfeto de alumínio
Fórmula QuímicaAlP
Massa molar57.9553006 g/mol

Estrutura química
AlP (Fosfeto de alumínio) - Estrutura química
Estrutura de Lewis
Estrutura molecular 3D
Propriedades físicas
Aparênciacristais amarelos ou cinzas
OdorSemelhante ao alho
Solubilidadereage
Densidade2.8500 g/cm³
Hélio 0.0001786
Irídio 22.562
Fusão2,530.00 °C
Hélio -270.973
Carboneto de háfnio 3958
Termoquímica
Entalpia de Formação-164.40 kJ/mol
Ácido adípico -994.3
Tricarbono 820.06
Entropia Padrão47.30 J/(mol·K)
Iodeto de rutênio (III) -247
Clordecona 764

Composição elementar de AlP
ElementoSímboloMassa atômicaÁtomosPercentagem da massa
AlumínioAl26.9815386146.5558
FósforoP30.973762153.4442
Composição percentual em massaComposição Atômica Percentual
Al: 46.56%P: 53.44%
Al Alumínio (46.56%)
P Fósforo (53.44%)
Al: 50.00%P: 50.00%
Al Alumínio (50.00%)
P Fósforo (50.00%)
Composição percentual em massa
Al: 46.56%P: 53.44%
Al Alumínio (46.56%)
P Fósforo (53.44%)
Composição Atômica Percentual
Al: 50.00%P: 50.00%
Al Alumínio (50.00%)
P Fósforo (50.00%)
Identificadores
Número CAS20859-73-8
SORRISOS[PH+]12[Al-][PH+]3[Al-][PH+]([AlH-]14)[AlH-]1[P+]5([AlH-]38)[Al-]26[PH+]2[AlH-]([P+]4)[PH+]1[Al-][PH+]3[AlH-]2[P+][AlH-]([PH+]6[AlH-]([PH+])[PH+]68)[PH+]([Al-]6)[AlH-]35
Fórmula de HillAlP

Exemplos de reações para AlP
EquaçãoTipo de reação
ZnS + AlP = Zn3P2 + Al2S3dupla troca

Relacionado
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Calculadora de estado de oxidação

Fosfeto de Alumínio (AlP): Composto Químico

Artigo de Revisão Científica | Série de Referência em Química

Resumo

O Fosfeto de alumínio (AlP) é um composto inorgânico com a fórmula química AlP. Este material semicondutor binário cristaliza na estrutura blenda de zinco com uma constante de rede de 546,35 pm. O composto exibe uma massa molar de 57,9552 g/mol e aparece como cristais amarelos a cinza escuro com um odor característico semelhante ao alho. O Fosfeto de alumínio demonstra uma densidade de 2,85 g/cm³ e funde a 2530°C. O material possui um gap de energia indireto de 2,5 eV, tornando-o valioso para aplicações semicondutoras. Sua propriedade química mais significativa é a reatividade de hidrólise com água ou ácidos para produzir gás fosfina (PH₃), que forma a base para sua aplicação primária como pesticida fumigante. A entalpia padrão de formação mede -164,4 kJ/mol, e a entropia padrão é de 47,3 J/mol·K.

Introdução

O Fosfeto de alumínio representa um composto inorgânico significativo dentro da classe dos fosfetos metálicos. Classificado como um semicondutor III-V, este material demonstra tanto propriedades eletrônicas úteis quanto uma reatividade química altamente específica. A importância tecnológica do composto abrange dois domínios distintos: tecnologia de semicondutores e controle de pragas agrícolas. Em sua forma pura, o fosfeto de alumínio serve como material precursor para semicondutores compostos usados em dispositivos optoeletrônicos. A forma comercial, tipicamente contendo estabilizantes e outros componentes, funciona como um potente fumigante contra insetos pragas e roedores em produtos agrícolas armazenados. A natureza dual deste composto—tanto como um material avançado quanto como um agente químico altamente reativo—torna-o um assunto de contínuo interesse científico.

Estrutura Molecular e Ligação

Geometria Molecular e Estrutura Eletrônica

O Fosfeto de alumínio cristaliza na estrutura blenda de zinco (grupo espacial T2d-F4̄3m), que representa um sistema cristalino cúbico com coordenação tetraédrica de ambos os átomos de alumínio e fósforo. Cada átomo de alumínio coordena com quatro átomos de fósforo a distâncias iguais de 236,6 pm, e, inversamente, cada átomo de fósforo coordena com quatro átomos de alumínio. Este arranjo cria uma rede tridimensional de átomos alternados de Al e P em uma rede tipo diamante. A ligação no fosfeto de alumínio exibe caráter predominantemente covalente com contribuição iônica parcial devido à diferença de eletronegatividade entre o alumínio (1,61) e o fósforo (2,19). O composto demonstra hibridização sp³ em ambos os centros atômicos, com ângulos de ligação de 109,5° consistentes com a geometria tetraédrica perfeita.

Ligação Química e Forças Intermoleculares

A ligação química no fosfeto de alumínio manifesta-se principalmente através de ligações covalentes polares com aproximadamente 22% de caráter iônico com base na escala de eletronegatividade de Pauling. A energia de ligação Al-P mede aproximadamente 186 kJ/mol. No estado sólido, as principais forças intermoleculares consistem em forte ligação de rede covalente em todo o retículo cristalino. O composto não exibe capacidade significativa de ligação de hidrogênio devido à ausência de átomos de hidrogênio e interações dipolo-dipolo limitadas. O material cristalino demonstra alta energia de rede resultante da forte rede covalente e da separação de carga entre os centros de alumínio parcialmente positivos e os centros de fósforo parcialmente negativos. Esta extensa ligação em rede contribui para o alto ponto de fusão e estabilidade térmica do composto.

Propriedades Físicas

Comportamento de Fase e Propriedades Termodinâmicas

O Fosfeto de alumínio aparece como um sólido cristalino amarelo a cinza escuro, com a coloração frequentemente resultante de produtos de oxidação superficial e hidrólise. O composto mantém estabilidade termodinâmica até 1000°C sob atmosfera inerte. O ponto de fusão ocorre a 2530°C, com a sublimação começando aproximadamente a 1100°C sob pressão reduzida. A densidade mede 2,85 g/cm³ a 25°C. A entalpia padrão de formação (ΔHf°) é de -164,4 kJ/mol, e a entropia padrão (S°) é de 47,3 J/mol·K. A capacidade térmica (Cp) mede aproximadamente 47,0 J/mol·K a 298 K. O composto exibe pressão de vapor insignificante à temperatura ambiente devido à sua extensa ligação de rede covalente. O índice de refração varia com o comprimento de onda, medindo aproximadamente 2,75 na região do infravermelho e aproximando-se de 3,0 no espectro visível.

Características Espectroscópicas

A espectroscopia de infravermelho do fosfeto de alumínio revela bandas de absorção características correspondentes às vibrações de estiramento Al-P entre 400-500 cm⁻¹. A espectroscopia Raman mostra um pico proeminente a 435 cm⁻¹ atribuído ao modo fonônico óptico longitudinal. O espectro ultravioleta-visível do composto demonstra uma borda de absorção a 496 nm correspondente ao seu gap de energia de 2,5 eV. A espectroscopia de fotoelétrons por raios X mostra energias de ligação de 72,5 eV para os elétrons Al 2p e 129,5 eV para os elétrons P 2p. A espectroscopia de RMN de estado sólido revela um deslocamento químico de aproximadamente 100 ppm para núcleos de 27Al e -200 ppm para núcleos de 31P, consistentes com ambientes de coordenação tetraédrica. A análise espectrométrica de massa de amostras vaporizadas mostra picos predominantes correspondentes a AlP⁺ (m/z = 58) e íons fragmentados incluindo Al⁺ (m/z = 27) e P⁺ (m/z = 31).

Propriedades Químicas e Reatividade

Mecanismos de Reação e Cinética

O Fosfeto de alumínio demonstra alta reatividade em relação a reagentes próticos, particularmente água e ácidos. A reação de hidrólise prossegue de acordo com a estequiometria: AlP + 3H₂O → Al(OH)₃ + PH₃. Esta reação exibe cinética de primeira ordem em relação à concentração de AlP e água, com uma energia de ativação de aproximadamente 65 kJ/mol. A velocidade da reação aumenta significativamente com a diminuição do pH, já que o caminho catalisado por ácido segue: AlP + 3H⁺ → Al³⁺ + PH₃. A hidrólise prossegue rapidamente à temperatura ambiente com uma meia-vida de aproximadamente 15 minutos em suspensão aquosa. O composto decompõe-se termicamente acima de 1000°C, produzindo alumínio metálico e vapor de fósforo. O Fosfeto de alumínio reage exotermicamente com agentes oxidantes, incluindo halogênios, oxigênio e ácido nítrico. A reação de oxidação com oxigênio prossegue como: 4AlP + 3O₂ → 2Al₂O₃ + P₄O₆, com uma variação de entalpia de -2150 kJ/mol.

Propriedades Ácido-Base e Redox

O Fosfeto de alumínio funciona como um forte agente redutor, com um potencial de redução padrão estimado em -1,8 V para o par AlP/Al. O composto não demonstra comportamento ácido-base significativo no sentido convencional, pois não sofre protonação ou desprotonação em solução aquosa. Em vez disso, sofre reações de hidrólise que geram fosfina, que por sua vez exibe propriedades básicas muito fracas (pKa de PH₄⁺ = 2,75). Os centros de fósforo no fosfeto de alumínio existem no estado de oxidação -3, tornando-os suscetíveis à oxidação por vários agentes oxidantes. Os centros de alumínio, no estado de oxidação +3, podem ser reduzidos a alumínio metálico sob condições redutoras fortes em temperaturas elevadas. O composto permanece estável em atmosferas inertes e secas, mas decompõe-se rapidamente em ar úmido ou ambientes ácidos.

Métodos de Síntese e Preparação

Rotas de Síntese em Laboratório

A síntese laboratorial do fosfeto de alumínio tipicamente emprega a combinação direta dos elementos sob condições controladas. A reação: 4Al + P₄ → 4AlP prossegue exotermicamente com uma variação de entalpia de -328 kJ/mol. Esta síntese requer controle cuidadoso da temperatura para evitar reação descontrolada e decomposição do produto. O processo envolve aquecer pó de alumínio com fósforo vermelho em uma atmosfera inerte (argônio ou nitrogênio) a temperaturas entre 400-600°C. A reação prossegue em um tubo de quartzo selado para evitar perda de fósforo e oxidação. Rotas sintéticas alternativas incluem reações de dupla troca entre haletos de alumínio e fosfetos de metais alcalinos, como: AlCl₃ + 3NaP → AlP + 3NaCl. Este método produz material de maior pureza, mas requer manuseio cuidadoso de reagentes sensíveis à umidade. Todos os procedimentos sintéticos devem excluir oxigênio e umidade para evitar a formação de gás fosfina e produtos de oxidação.

Métodos de Produção Industrial

A produção industrial de fosfeto de alumínio utiliza versões ampliadas do método de combinação direta. O processo tipicamente emprega alumínio metálico na forma granular em vez de pó para moderar as velocidades de reação. O fósforo, geralmente como fósforo branco, é cuidadosamente dosado no reator contendo alumínio aquecido. Os reatores industriais apresentam sistemas sofisticados de controle de temperatura e equipamentos de manipulação de gases para gerenciar a natureza exotérmica da reação. O produto passa por processos de moagem e estabilização para reduzir sua piroforicidade. As formulações comerciais frequentemente incluem carbamato de amônio (tipicamente 20-30% em peso) que gera dióxido de carbono e amônia upon exposição à umidade, reduzindo assim o risco de ignição da fosfina. As instalações de produção requerem medidas de segurança extensivas, incluindo equipamento à prova de explosão, monitoramento contínuo de gases e sistemas de lavagem de emergência para contenção de fosfina. A produção global anual excede várias milhares de toneladas métricas, principalmente para aplicações agrícolas.

Métodos Analíticos e Caracterização

Identificação e Quantificação

A identificação qualitativa do fosfeto de alumínio baseia-se em sua reação característica com ácido diluído para produzir gás fosfina, detectável pelo seu odor distintivo ou por reação com solução de nitrato de prata para formar fosfeto de prata preto. A difração de raios X fornece identificação definitiva através da comparação da constante de rede medida (546,35 pm) com valores de referência. A análise quantitativa tipicamente emprega hidrólise ácida seguida da medição do gás fosfina evoluído por cromatografia gasosa com detecção fotométrica de chama, atingindo limites de detecção de 0,01 mg/m³. Métodos alternativos incluem cromatografia iônica para determinação de fosfato após digestão oxidativa, ou espectroscopia de absorção atômica para teor de alumínio após dissolução em ácidos minerais. A reação de geração de fosfina serve como base para a maioria dos protocolos analíticos, com controle cuidadoso das condições de hidrólise para garantir conversão completa.

Avaliação de Pureza e Controle de Qualidade

A avaliação da pureza do fosfeto de alumínio envolve múltiplas técnicas analíticas. A difração de raios X determina a pureza cristalina e detecta impurezas comuns, incluindo óxido de alumínio e fósforo elementar. A análise elementar através de métodos de combustão mede a relação alumínio-fósforo, sendo a composição teórica de 47,4% de alumínio e 52,6% de fósforo em peso. As especificações comerciais normalmente exigem um conteúdo ativo mínimo de 85-90% de AlP, com o restante consistindo de estabilizantes e cargas. O teor de umidade não deve exceder 0,1% para evitar decomposição prematura. Os protocolos de controle de qualidade incluem testar a taxa de evolução de fosfina sob condições padronizadas (tipicamente 25°C e 60% de umidade relativa) para garantir desempenho de fumigação consistente. Os testes de estabilidade envolvem estudos de envelhecimento acelerado sob condições controladas de umidade e temperatura para determinar a vida útil, que normalmente excede dois anos em recipientes devidamente selados.

Aplicações e Usos

Aplicações Industriais e Comerciais

O Fosfeto de alumínio serve principalmente como fumigante para produtos agrícolas armazenados, incluindo grãos, nozes e tabaco. O composto responde por aproximadamente 65% do mercado global de fumigantes devido à sua eficácia contra insetos e roedores. A aplicação envolve a colocação de comprimidos ou pellets em instalações de armazenamento seladas, onde a hidrólise gera gás fosfina que se difunde através da commodity. A indústria de semicondutores utiliza fosfeto de alumínio de alta pureza como componente em semicondutores compostos III-V, particularmente na forma de ligas de fosfeto de alumínio gálio índio (AlGaInP) para diodos emissores de luz operando no espectro amarelo-vermelho. Estes materiais exibem gaps de energia direta ajustáveis de 1,9 a 2,3 eV, tornando-os adequados para dispositivos optoeletrônicos de alta eficiência. O composto também encontra uso limitado em aplicações metalúrgicas como agente desoxidante e na produção de ligas alumínio-fósforo.

Aplicações em Pesquisa e Usos Emergentes

As aplicações de pesquisa do fosfeto de alumínio concentram-se principalmente em suas propriedades semicondutoras e no desenvolvimento de novos materiais. Investigações incluem o crescimento epitaxial de AlP e compostos III-V relacionados em vários substratos para transistores de alta mobilidade eletrônica e dispositivos de heteroestrutura. Formas em nanoescala do fosfeto de alumínio, incluindo pontos quânticos e nanofios, demonstram propriedades ópticas e eletrônicas únicas sob investigação para aplicações fotônicas. Pesquisas emergentes exploram as propriedades catalíticas das superfícies de fosfeto de alumínio para aplicações de produção e armazenamento de hidrogênio. A capacidade do composto de gerar fosfina de maneira controlada levou a investigações sobre seu uso como uma fonte de fosfina em fase sólida para síntese orgânica, embora esta aplicação permaneça largamente experimental devido às dificuldades de manuseio. Atividade recente de patentes foca em métodos melhorados de estabilização para formulações fumigantes e desenvolvimento de sistemas de detecção para gás fosfina em aplicações de fumigação.

Desenvolvimento Histórico e Descoberta

O desenvolvimento do fosfeto de alumínio seguiu a investigação mais ampla dos fosfetos metálicos durante o final do século XIX e início do século XX. Relatos iniciais de sua preparação apareceram na literatura química alemã por volta de 1900, com caracterização inicial de sua reação de hidrólise e geração de fosfina. As propriedades fumigantes do composto foram descobertas acidentalmente na década de 1930, quando a geração de fosfina a partir de materiais de alumínio contaminados foi observada matando insetos. O desenvolvimento sistemático do fosfeto de alumínio como fumigante comercial começou na Alemanha durante a década de 1940, levando à introdução de formulações padronizadas sob nomes comerciais como Phostoxin. As propriedades semicondutoras dos compostos III-V, incluindo o fosfeto de alumínio, foram reconhecidas na década de 1950, com investigação sistemática de sua estrutura eletrônica e aplicações potenciais em dispositivos de estado sólido. Preocupações de segurança quanto à exposição à fosfina impulsionaram o desenvolvimento de formulações e métodos de aplicação melhorados ao longo das décadas de 1970 e 1980. Décadas recentes viram o refinamento de ambas as aplicações fumigantes e de semicondutores, com pesquisas em curso abordando aspectos ambientais e de segurança.

Conclusão

O Fosfeto de alumínio representa um composto de significativa importância científica e prática, unindo os domínios da ciência dos materiais e da química agrícola. Sua estrutura bem definida de blenda de zinco e propriedades semicondutoras tornam-no valioso para aplicações optoeletrônicas, enquanto sua hidrólise controlada para gerar fosfina fornece um meio eficaz de controle de pragas. A reatividade do composto exige manuseio cuidadoso e tem impulsionado o desenvolvimento de tecnologias de formulação especializadas. Direções futuras de pesquisa incluem o desenvolvimento de formas nanoestruturadas para aplicações eletrônicas avançadas, métodos melhorados de estabilização para uso mais seguro como fumigante e exploração de aplicações catalíticas. A natureza dual do fosfeto de alumínio—tanto como um material tecnológico quanto como um agente químico—garante sua contínua relevância em múltiplas disciplinas científicas.

Banco de Dados de Propriedades de Compostos Químicos

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  • Qualquer elemento químico. Coloque a primeira letra do símbolo químico em maiúscula e use minúsculas para as letras restantes: Ca, Fe, Mg, Mn, S, O, H, C, N, Na, K, Cl, Al.
  • Grupos funcionais:D, T, Ph, Me, Et, Bu, AcAc, For, Tos, Bz, TMS, tBu, Bzl, Bn, Dmg
  • parênteses () ou colchetes [].
  • Nomes comuns de compostos.
Exemplos: H2O, CO2, CH4, NH3, NaCl, CaCO3, H2SO4, C6H12O6, água, dióxido de carbono, metano, amônia, cloreto de sódio, carbonato de cálcio, ácido sulfúrico, glicose.

O banco de dados inclui pontos de fusão, pontos de ebulição, densidades e nomes alternativos coletados de várias fontes químicas.

O que são propriedades compostas?

As propriedades dos compostos químicos incluem características físicas como ponto de fusão, ponto de ebulição e densidade, que são importantes para identificação e aplicações químicas. Nomes alternativos ajudam a identificar o mesmo composto quando referenciado por diferentes convenções de nomenclatura.

Como usar esta ferramenta?

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