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Propriedades de Rb2Se

Propriedades de Rb2Se (Seleneto de rubídio):

Nome do compostoSeleneto de rubídio
Fórmula QuímicaRb2Se
Massa molar249.8956 g/mol

Estrutura química
Rb2Se (Seleneto de rubídio) - Estrutura química
Estrutura de Lewis
Estrutura molecular 3D
Propriedades físicas
AparênciaCristais incolores, altamente higroscópicos
Solubilidadereage
Densidade2.9120 g/cm³
Hélio 0.0001786
Irídio 22.562
Fusão733.00 °C
Hélio -270.973
Carboneto de háfnio 3958

Composição elementar de Rb2Se
ElementoSímboloMassa atômicaÁtomosPercentagem da massa
RubídioRb85.4678268.4028
SelênioSe78.96131.5972
Composição percentual em massaComposição Atômica Percentual
Rb: 68.40%Se: 31.60%
Rb Rubídio (68.40%)
Se Selênio (31.60%)
Rb: 66.67%Se: 33.33%
Rb Rubídio (66.67%)
Se Selênio (33.33%)
Composição percentual em massa
Rb: 68.40%Se: 31.60%
Rb Rubídio (68.40%)
Se Selênio (31.60%)
Composição Atômica Percentual
Rb: 66.67%Se: 33.33%
Rb Rubídio (66.67%)
Se Selênio (33.33%)
Identificadores
Número CAS31052-43-4
SORRISOS[Se-2].[Rb+].[Rb+]
Fórmula de HillRb2Se

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Selênio de Rubídio (Rb₂Se): Composto Químico

Artigo de Revisão Científica | Série de Referência em Química

Resumo

O Selênio de Rubídio (Rb₂Se) representa um composto binário inorgânico pertencente à família dos calcogenetos de metais alcalinos. Este sólido cristalino higroscópico exibe uma estrutura cristalina antifluorita cúbica com parâmetro de rede a = 801,0 pm. O composto demonstra um ponto de fusão de 733 °C e valores de densidade variando de 2,912 a 3,16 g/cm³ dependendo da forma cristalina. O Selênio de Rubídio sofre hidrólise rápida em ambientes aquosos, mas demonstra solubilidade em solventes orgânicos polares, incluindo etanol e glicerina. As aplicações primárias incluem a utilização em tecnologia de células fotovoltaicas juntamente com outros selenetos de metais alcalinos. O composto manifesta toxicidade significativa e requer manuseio cuidadoso devido à sua natureza reativa com a umidade.

Introdução

O Selênio de Rubídio constitui um composto inorgânico de interesse significativo em ciência dos materiais e química do estado sólido. Como membro da série de selenetos de metais alcalinos, exibe propriedades de ligação iônica e estruturais características desta família química. A classificação do composto como um calcogeneto metálico binário o coloca dentro de um grupo mais amplo de materiais com aplicações em tecnologias de optoeletrônica e conversão de energia. O interesse de pesquisa no Selênio de Rubídio decorre de suas propriedades químicas fundamentais, bem como de sua utilidade potencial em aplicações fotovoltaicas, particularmente quando combinado com seleneto de césio em arquiteturas de células solares de filme fino.

Estrutura Molecular e Ligação

Geometria Molecular e Estrutura Eletrônica

O Selênio de Rubídio adota uma estrutura iônica altamente simétrica no estado sólido. O composto cristaliza no sistema cúbico com grupo espacial Fm3m (número do grupo espacial 225). Este tipo de estrutura antifluorita apresenta ânions de seleneto (Se²⁻) ocupando posições cúbicas de face centrada com cátions de rubídio (Rb⁺) preenchendo todos os sítios tetraédricos. A configuração eletrônica dos átomos constituintes segue o modelo de transferência completa de elétrons: o rubídio ([Kr]5s¹) doa seu elétron de valência para o selênio ([Ar]3d¹⁰4s²4p⁴), resultando em íons de camada fechada com configurações de gás nobre — rubídio como [Kr] e selênio como [Kr]. As cargas formais são +1 para cada átomo de rubídio e -2 para o átomo de selênio, consistentes com os estados de oxidação esperados para metais alcalinos e elementos do grupo 16 em compostos binários.

Ligação Química e Forças Intermoleculares

A ligação química no Selênio de Rubídio é predominantemente iônica, caracterizada pela transferência completa de elétrons do rubídio eletropositivo para o selênio eletronegativo. O caráter iônico excede 85% com base em cálculos de diferença de eletronegatividade (escala de Pauling: Rb = 0,82, Se = 2,55, Δχ = 1,73). O comprimento da ligação Rb-Se mede 283,5 pm na estrutura cristalina, com energia de ligação estimada em aproximadamente 190 kJ/mol com base em análise comparativa com outros calcogenetos de metais alcalinos. O composto não exibe caráter de ligação covalente ou estruturas de ressonância devido à ionização completa dos átomos constituintes. As forças intermoleculares no Selênio de Rubídio sólido consistem principalmente em fortes interações eletrostáticas entre íons, com contribuições menores de van der Waals entre cátions de rubídio. O composto não manifesta momento dipolar devido à sua estrutura cúbica altamente simétrica e grupo de pontos centrossimétrico.

Propriedades Físicas

Comportamento de Fase e Propriedades Termodinâmicas

O Selênio de Rubídio aparece como cristais incolores e altamente higroscópicos que se deterioram rapidamente upon exposição à umidade atmosférica. O composto exibe um único polimorfo cristalino sob condições padrão, mantendo a estrutura antifluorita desde temperaturas criogênicas até o seu ponto de fusão. O ponto de fusão ocorre a 733 °C (1006 K), com a transição sólido-líquido exibindo decomposição mínima quando protegido da umidade e do oxigênio. A densidade varia de 2,912 g/cm³ a 3,16 g/cm³ dependendo da perfeição cristalina e das condições de medição, com o valor mais alto representando a densidade teórica baseada em dados cristalográficos de raios-X. O calor de formação (ΔHf°) mede aproximadamente -420 kJ/mol, enquanto a entropia (S°) é estimada em 145 J/mol·K com base em análise termodinâmica comparativa com calcogenetos análogos. O composto demonstra pressão de vapor insignificante abaixo de seu ponto de fusão devido à sua natureza iônica.

Características Espectroscópicas

A espectroscopia de infravermelho do Selênio de Rubídio revela modos vibracionais característicos consistentes com sua simetria cúbica. A vibração de alongamento Se-Rb aparece como uma banda de absorção forte e larga centrada em 215 cm⁻¹, enquanto as vibrações da rede produzem características abaixo de 150 cm⁻¹. A espectroscopia Raman exibe um único pico forte a 185 cm⁻¹ correspondente ao modo F2g da estrutura antifluorita, sem divisão observável indicando alta simetria estrutural. A espectroscopia ultravioleta-visível demonstra uma borda de absorção fundamental a 325 nm (3,82 eV), correspondente à energia do band gap entre a banda de valência 4p do selênio e a banda de condução 5s do rubídio. A análise espectrométrica de massa de amostras vaporizadas mostra fragmentos predominantes correspondentes a Rb⁺ (m/z = 85, 87) e íons de cluster Rb₂Se⁺, sem evidência de espécies neutras moleculares.

Propriedades Químicas e Reatividade

Mecanismos de Reação e Cinética

O Selênio de Rubídio demonstra alta reatividade com solventes próticos, particularmente água, com a qual sofre hidrólise rápida e completa. A reação de hidrólise prossegue de acordo com: Rb₂Se + H₂O → 2RbOH + H₂Se, com o subproduto de seleneto de hidrogênio decompondo-se ainda mais em selênio elementar e gás hidrogênio. A constante da taxa de reação para a hidrólise excede 10⁻² s⁻¹ à temperatura ambiente, indicando uma reação essencialmente instantânea upon contato com a água. O composto exibe estabilidade em atmosferas inertes secas, mas oxida-se lentamente upon exposição ao ar, formando selenito de rubídio (Rb₂SeO₃) e, finalmente, selenato de rubídio (Rb₂SeO₄). A decomposição térmica ocorre acima de 900 °C através da sublimação e dissociação em rubídio e selênio elementares, com a energia de dissociação medida em 380 kJ/mol. O Selênio de Rubídio funciona como um forte nucleófilo e agente redutor em solventes não aquosos, participando em reações de metátese com vários haletos metálicos.

Propriedades Ácido-Base e Redox

Em sistemas aquosos, o Selênio de Rubídio comporta-se como uma base forte devido à hidrólise completa produzindo hidróxido de rubídio. O ânion seleneto (Se²⁻) funciona como uma base excepcionalmente forte com afinidade protônica excedendo 1600 kJ/mol, significativamente maior que os análogos de óxido ou sulfeto. O composto demonstra características redutoras pronunciadas, com potencial de redução padrão E°(Se/Se²⁻) = -0,92 V versus o eletrodo padrão de hidrogênio. Este forte poder redutor permite reações com vários agentes oxidantes, incluindo oxigênio elementar, halogênios e íons de metais de transição. O centro de selênio no Selênio de Rubídio exibe caráter nucleofílico em direção a centros de carbono eletrofílicos, participando em reações de substituição com haletos de alquila para formar compostos organosselênio. O composto permanece estável em condições fortemente básicas, mas decompõe-se rapidamente em ambientes ácidos.

Métodos de Síntese e Preparação

Rotas de Síntese Laboratorial

A síntese laboratorial mais confiável do Selênio de Rubídio envolve a reação do seleneto de mercúrio (HgSe) com rubídio metálico em recipientes selados e evacuados. Esta reação de metátese prossegue de acordo com: HgSe + 2Rb → Rb₂Se + Hg, com o subproduto de mercúrio sendo destilado do produto em temperaturas elevadas (200-300 °C). A reação atinge aproximadamente 95% de rendimento quando conduzida com reagentes estequiométricos sob condições cuidadosamente controladas. Rotas alternativas de síntese incluem a combinação direta dos elementos em solvente de amônia líquida, onde o rubídio metálico se dissolve para formar elétrons solvatados que reduzem o selênio a íons seleneto. Este método requer controle rigoroso de temperatura (-40 a -50 °C) e remoção cuidadosa da amônia para prevenir a formação de aductos. Métodos aquosos envolvendo seleneto de hidrogênio e hidróxido de rubídio produzem intermediários de hidrogenosseleneto de rubídio (RbHSe) que requerem desidratação adicional em temperaturas elevadas sob vácuo para obter Rb₂Se anidro.

Métodos de Produção Industrial

A produção industrial de Selênio de Rubídio permanece limitada devido a aplicações especializadas e desafios de manuseio. A ampliação da rota do seleneto de mercúrio mostra-se impraticável para fins industriais devido à toxicidade do mercúrio e dificuldades de purificação. O método de combinação direta de elementos representa a abordagem industrial mais viável, conduzida em reatores de aço selados com quantidades estequiométricas de rubídio metálico de alta pureza e pó de selênio. A reação inicia-se a 150 °C e prossegue exotermicamente até a conclusão a 400-500 °C, com controle cuidadoso da temperatura para prevenir a vaporização do selênio. A purificação industrial envolve técnicas de sublimação a vácuo ou refino por zona para remover elementos não reagidos e impurezas de óxido. Os custos de produção permanecem altos devido à escassez do rubídio e à sensibilidade do composto à umidade, exigindo manuseio especializado e embalagem sob atmosfera inerte.

Métodos Analíticos e Caracterização

Identificação e Quantificação

A difração de raios-X fornece o método de identificação definitivo para o Selênio de Rubídio, com a estrutura antifluorita característica produzindo um padrão de difração específico com as linhas mais fortes em d = 4,62 Å (111), 2,67 Å (311) e 2,32 Å (222). A análise quantitativa tipicamente emprega dissolução em solventes não aquosos seguida por cromatografia iônica para determinação do seleneto, com limites de detecção de 0,1 μg/mL para selênio. A espectroscopia de raios-X por dispersão em energia acoplada à microscopia eletrônica de varredura permite o mapeamento elementar e verificação da estequiometria, com precisão dentro de ±2% para determinação da razão rubídio/selênio. A análise termogravimétrica monitora os perfis de decomposição e o teor de umidade, enquanto a titulação de Karl Fischer quantifica a água residual em amostras preparadas. A espectrometria de massa com plasma indutivamente acoplado fornece análise de ultratraço de impurezas metálicas com limites de detecção abaixo de 1 ppm para a maioria dos elementos.

Avaliação de Pureza e Controle de Qualidade

As especificações de Selênio de Rubídio de alta pureza requerem pureza química mínima de 99,5% com atenção particular a contaminantes de óxido e hidróxido. A espectroscopia de infravermelho monitora a presença de produtos de hidrólise através de vibrações de alongamento O-H em torno de 3400 cm⁻¹ e vibrações Se-O próximas a 800 cm⁻¹. As medições de condutividade elétrica avaliam a pureza iônica, com valores de condutividade específica abaixo de 10⁻⁶ S/cm indicando níveis aceitáveis de impurezas iônicas. Os protocolos de controle de qualidade exigem manuseio exclusivamente sob atmosfera inerte (argônio ou nitrogênio com <1 ppm de O₂ e H₂O) e embalagem em ampolas seladas com aberturas de selo quebrável. Os testes de estabilidade indicam vida útil satisfatória de pelo menos cinco anos quando armazenado protegido da luz e umidade à temperatura ambiente.

Aplicações e Usos

Aplicações Industriais e Comerciais

O Selênio de Rubídio encontra aplicação primária em tecnologia fotovoltaica de filme fino, particularmente em conjunto com o seleneto de césio como componente em células solares de cobre índio gálio seleneto (CIGS). O composto funciona como um dopante e auxiliar de processamento que melhora o crescimento cristalino e as propriedades eletrônicas da camada absorvedora. Aplicações adicionais incluem o uso como precursor para a síntese de outros compostos contendo selênio, particularmente na fabricação farmacêutica e de produtos químicos especiais onde a baixa eletronegatividade do rubídio fornece perfis de reatividade únicos. O composto serve como material de partida para a deposição de filmes finos contendo rubídio via métodos de deposição química em fase vapor, com aplicações em dispositivos optoeletrônicos especializados. O volume de mercado permanece limitado a aproximadamente 100-200 kg anualmente em todo o mundo, com custos de produção excedendo $5.000 por quilograma devido à escassez do rubídio e requisitos de processamento.

Aplicações de Pesquisa e Usos Emergentes

As aplicações de pesquisa do Selênio de Rubídio focam-se principalmente em investigações fundamentais de química do estado sólido e ciência dos materiais. O composto serve como um sistema modelo para estudar o transporte iônico em estruturas antifluorita, com interesse particular nos mecanismos de condutividade de íons de rubídio. Aplicações emergentes exploram seu potencial como um eletrólito sólido em baterias baseadas em rubídio, embora a implementação prática enfrente desafios devido à sensibilidade à umidade e estabilidade da interface. Investigações continuam sobre as propriedades fotocatalíticas, com estudos preliminares indicando atividade para evolução de hidrogênio a partir da água sob iluminação ultravioleta. A pesquisa também examina variantes dopadas do Selênio de Rubídio para aplicações termoelétricas, com previsões teóricas sugerindo figuras de mérito promissoras para certas faixas composicionais. A atividade de patentes permanece limitada, com menos de vinte patentes em todo o mundo mencionando especificamente o Selênio de Rubídio, principalmente focadas em aplicações fotovoltaicas.

Desenvolvimento Histórico e Descoberta

A síntese inicial do Selênio de Rubídio provavelmente ocorreu durante a investigação sistemática dos calcogenetos de metais alcalinos no início do século XX, embora os registros específicos de descoberta permaneçam obscuros. A caracterização detalhada emergiu durante a década de 1960 com avanços em técnicas de cristalografia de raios-X que permitiram a determinação precisa da estrutura antifluorita. O potencial do composto para aplicações fotovoltaicas ganhou atenção durante a década de 1990 com o desenvolvimento da tecnologia solar CIGS, particularmente após demonstrações de que tratamentos com metais alcalinos melhoravam o desempenho do dispositivo. A atividade de pesquisa aumentou substancialmente durante os anos 2000 com o crescente interesse em fotovoltaica de filme fino e o estudo sistemático dos efeitos dos metais alcalinos nas propriedades dos semicondutores de calcopirita. Investigações recentes focam-se em propriedades fundamentais e aplicações potenciais além da fotovoltaica, incluindo armazenamento de energia e aplicações catalíticas.

Conclusão

O Selênio de Rubídio representa um membro quimicamente distinto da família dos calcogenetos de metais alcalinos com propriedades estruturais e de reatividade bem caracterizadas. Sua estrutura cristalina antifluorita fornece um sistema modelo para compreender a ligação iônica e os fenômenos de transporte em sólidos altamente simétricos. A extrema sensibilidade do composto à umidade e o forte caráter redutor apresentam desafios significativos de manuseio, mas também permitem padrões de reatividade únicos em aplicações sintéticas. A utilização tecnológica atual foca-se principalmente em aplicações fotovoltaicas, embora pesquisas emergentes sugiram potencial em armazenamento de energia e aplicações catalíticas. As direções futuras de pesquisa provavelmente incluirão a exploração de variantes dopadas com propriedades eletrônicas modificadas, a investigação de fenômenos de interface em configurações de dispositivos e o desenvolvimento de rotas de síntese mais eficientes para abordar as atuais limitações de custo. O composto continua a oferecer insights fundamentais sobre a química de materiais iônicos, mantendo ao mesmo tempo potencial para aplicações tecnológicas especializadas.

Banco de Dados de Propriedades de Compostos Químicos

Este banco de dados contém propriedades físicas e nomes alternativos para milhares de compostos químicos. Na fórmula química, você pode usar:
  • Qualquer elemento químico. Coloque a primeira letra do símbolo químico em maiúscula e use minúsculas para as letras restantes: Ca, Fe, Mg, Mn, S, O, H, C, N, Na, K, Cl, Al.
  • Grupos funcionais:D, T, Ph, Me, Et, Bu, AcAc, For, Tos, Bz, TMS, tBu, Bzl, Bn, Dmg
  • parênteses () ou colchetes [].
  • Nomes comuns de compostos.
Exemplos: H2O, CO2, CH4, NH3, NaCl, CaCO3, H2SO4, C6H12O6, água, dióxido de carbono, metano, amônia, cloreto de sódio, carbonato de cálcio, ácido sulfúrico, glicose.

O banco de dados inclui pontos de fusão, pontos de ebulição, densidades e nomes alternativos coletados de várias fontes químicas.

O que são propriedades compostas?

As propriedades dos compostos químicos incluem características físicas como ponto de fusão, ponto de ebulição e densidade, que são importantes para identificação e aplicações químicas. Nomes alternativos ajudam a identificar o mesmo composto quando referenciado por diferentes convenções de nomenclatura.

Como usar esta ferramenta?

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